A disfunção erétil (DE) é uma condição comum que afeta a capacidade do homem de alcançar ou manter uma ereção firme o suficiente para a relação sexual. Embora possa ser uma experiência desafiadora e emocionalmente desgastante, a disfunção erétil é um problema tratável, e entender suas causas e opções de tratamento pode ajudar a melhorar a qualidade de vida de quem a enfrenta.
O que é Disfunção Erétil (DE)?
A disfunção erétil é definida pela dificuldade persistente em atingir ou manter uma ereção suficiente para o desempenho sexual. Embora a ocorrência ocasional de problemas de ereção seja comum e não deva ser motivo de preocupação, quando se torna uma questão persistente, pode afetar a confiança e os relacionamentos, além de ser um sinal de uma condição subjacente de saúde.
Dr. Vinícius Menezes – Urologista e Andrologista em São Paulo (SP), especialista em Disfunção Erétil!
Causas da Disfunção Erétil
A DE pode ser causada por uma combinação de fatores físicos e psicológicos. As causas mais comuns incluem:
Fatores físicos:
Doenças cardiovasculares: A má circulação sanguínea devido a doenças do coração ou vasos sanguíneos pode limitar o fluxo de sangue para o pênis.
Diabetes: Afeta os nervos e vasos sanguíneos, tornando mais difícil manter uma ereção.
Hipertensão arterial: Pode danificar os vasos sanguíneos e afetar a circulação.
Obesidade: Está associada a diversas condições de saúde que podem contribuir para a DE.
Distúrbios hormonais: Níveis baixos de testosterona ou outros problemas hormonais podem afetar a libido e a função erétil.
- Problemas vasculares:
- Aterosclerose (endurecimento das artérias): A mesma condição que pode levar a um ataque cardíaco ou derrame pode afetar as artérias do pênis, reduzindo o fluxo sanguíneo.
- Hipertensão: A pressão arterial alta pode danificar os vasos sanguíneos do pênis.
- Diabetes: Níveis elevados de açúcar no sangue podem danificar os nervos e os vasos sanguíneos, incluindo aqueles do pênis.
- Problemas hormonais:
- Baixos níveis de testosterona: O hormônio masculino desempenha um papel crucial na libido e na função erétil.
- Problemas neurológicos:
- Doenças como a esclerose múltipla, o Parkinson e o acidente vascular cerebral podem danificar os nervos que controlam as ereções.
- Lesões:
- Cirurgias pélvicas, lesões na medula espinhal e outras lesões podem danificar os nervos e os tecidos do pênis.
- Medicamentos:
- Alguns medicamentos, como os antidepressivos, anti-hipertensivos e diuréticos, podem causar DE como efeito colateral.
- Doença de Peyronie:
- Essa condição causa o desenvolvimento de placas fibrosas no pênis, levando à curvatura, dor e, em alguns casos, encurtamento do órgão durante a ereção. A presença dessas placas pode interferir na capacidade do pênis de se encher de sangue, contribuindo para a DE
- Outras condições médicas:
- Doenças do coração, obesidade, apneia do sono e doenças do fígado podem contribuir para a DE.
Fatores Psicológicos:

Estresse e ansiedade: O estresse sobre o desempenho sexual pode resultar em disfunção erétil.
Depressão: Afeta o desejo sexual e pode levar a problemas de ereção.
Problemas de relacionamento: Conflitos ou falta de comunicação podem impactar a função sexual.
Estilo de Vida:
Uso de tabaco e álcool: O tabaco pode restringir o fluxo sanguíneo, e o uso excessivo de álcool pode causar DE.
Sedentarismo: A falta de atividade física é um fator de risco para muitas condições de saúde que afetam a função erétil.
É importante ressaltar que, em muitos casos, a disfunção erétil tem múltiplas causas. Por exemplo, um homem pode ter tanto problemas vasculares devido ao diabetes quanto problemas de ansiedade relacionados ao desempenho sexual.
Diagnóstico
O diagnóstico da disfunção erétil geralmente começa com um histórico médico completo e um exame físico. Os médicos podem realizar testes adicionais, incluindo:
- Exames de sangue: Para verificar sinais de diabetes, doenças cardíacas ou baixos níveis de testosterona.
- Exame de urina: Para procurar sinais de diabetes e outras condições subjacentes.
- Ultrassom peniano: Para avaliar o fluxo sanguíneo no pênis.
- Teste de ereção noturna: Para monitorar as ereções durante o sono e determinar se a causa é psicológica ou física.
Tratamentos para Disfunção Erétil
Existem várias opções de tratamento disponíveis, dependendo da causa e da gravidade da DE, incluindo:
- Medicações orais: Inibidores da fosfodiesterase tipo 5 são frequentemente prescritos para melhorar o fluxo sanguíneo para o pênis.
- Terapia hormonal: Se o baixo nível de testosterona for um fator, a reposição hormonal pode ser sugerida.
- Terapia psicológica: Para aqueles cuja DE é causada por estresse, ansiedade ou depressão, a terapia com um psicólogo ou conselheiro sexual pode ser benéfica.
- Injeções intracavernosas: Medicamentos injetados diretamente no pênis.
- Dispositivos de ereção a vácuo: Esses dispositivos ajudam a criar uma ereção ao aumentar o fluxo de sangue para o pênis.
- Cirurgia: Em casos raros, pode ser considerada para reparar artérias ou implantar próteses penianas.
- Mudanças no estilo de vida: Adotar uma dieta saudável, fazer exercícios regularmente, parar de fumar e reduzir o consumo de álcool podem melhorar a saúde geral e a função erétil.
- Implantes penianos: Em casos mais graves.
- Tratamentos específicos para a Doença de Peyronie: Medicamentos, ondas de choque, terapia com injeções e, em casos mais avançados, cirurgia.
A disfunção erétil é tratável e não precisa ser uma fonte de vergonha ou sofrimento. Se você está enfrentando problemas com a disfunção erétil, entre em contato para uma avaliação completa e um plano de tratamento personalizado.
Conclusão
A disfunção erétil é uma condição comum que pode ter um impacto significativo na qualidade de vida, mas é importante lembrar que existem opções de tratamento eficazes disponíveis. Com as estratégias certas, muitos homens conseguem superar a disfunção erétil e levar uma vida sexual satisfatória. Se você está enfrentando problemas de ereção, não hesite em me procurar, sou especialista em Disfunção Erétil.
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